Viabilidade econômico-financeira de empreendimentos imobiliários
O que você precisa saber para entrar com segurança neste mercado lucrativo
Conheça o estudo de viabilidade econômico-financeira de empreendimentos imobiliários, desde o básico de análise de fluxos de caixa, passando pelos conceitos de matemática financeira até ferramentas de apoio a decisões complexas, sempre tendo em foco o mercado imobiliário!
Ao longo do curso, as etapas são mostradas passo a passo, e conceitos como a análise de sensibilidade e o cálculo de taxas de risco e remuneração do capital em empresas alavancadas podem ser construídas em planilhas eletrônicas.
O investimento imobiliário oferece boas possibilidades de ganhos, mesmo em momentos de crise econômica. Isso acontece por uma série de fatores, como o longo ciclo operacional, os altos investimentos iniciais e riscos decorrentes. Além disso, a partir do período entre 1994 e 2004, maior segurança jurídica ao empreendedor, ampliação da oferta de crédito habitacional e maior estabilidade econômica e política ampliaram as possibilidades de ganhos com menores riscos. O mercado cresceu e amadureceu. Grandes incorporadoras brasileiras, cheias de projetos viáveis e bancos de terras (landbank) indiretamente ampliados pelo Estatuto da Cidade, abriram o capital para brigar por participação de mercado.
E, num mercado bastante pulverizado, sobrou ainda muito espaço para as pequenas e médias incorporadoras também, já que as estruturas centralizadas das líderes deste mercado não conseguem compreender nem captar oportunidades dadas pelas especificidades locais. Quem soube formatar adequadamente seu produto teve resultados muito interessantes, o valor de mercado dos imóveis aumentou junto com a viabilidade de crédito, enquanto a oferta demorou para se adequar a um novo patamar. Ao mesmo tempo, a estrutura de custos encareceu mais lentamente e os riscos conjunturais se reduziram.
Apesar do tempo que se passou desde então, da crise de 2014-2017, e dos ajustes econômicos que foram feitos, as oportunidades ainda estão presentes. Mas o investidor precisa saber analisar bem o projeto, porque os riscos do longo prazo de maturação estão sempre rondando o mercado imobiliário. Muitos analistas em atividade acreditam que uma simples análise de fluxo de caixa com o ferramental básico de matemática financeira é suficiente, o que não é verdade.
Em nossa experiência no mercado imobiliário e de crédito habitacional nunca encontramos um projeto bem formatado que não tenha deixado um sorriso no rosto do investidor ao final do processo.
Seu instrutor
Arquiteto, urbanista, administrador, mestre e doutor pela USP, Ricardo M. Trevisan foi avaliador de imóveis na Caixa Econômica Federal (2012-2019), responsável pela valoração de mais de 1.800 apartamentos, e a construção de mais de 20 macromodelos na Região Metropolitana de São Paulo. Foi também coordenador de projetos de PPP e concessões públicas no mesmo banco, onde atua hoje com desenvolvimento de soluções e BIM para clientes Governo. Certificado CP3P-F (APMG).
Professor de pós-graduação em avaliação econômica de imóveis e análise de investimentos pelo INBEC, foi Assessor Técnico de Gabinete na Universidade de São Paulo, USP (2012), professor da KMCA Treinamento e Consultoria (2003 a 2005), coordenador de projetos de Arquiteto Paulo Bastos e Associados (2010 a 2012), encarregado de Diretrizes Urbanísticas na Prefeitura Municipal de Santo André.
Atua como arquiteto e urbanista desde 2001, em construtoras, escritórios de engenharia e arquitetura, poder público municipal, escritório próprio, gerenciadora. É autor de nove livros técnicos, mais de 350 projetos de arquitetura residenciais, corporativos e de agências bancárias.Arquiteto, urbanista, administrador, mestre e doutor pela USP, Ricardo M. Trevisan foi avaliador de imóveis na Caixa Econômica Federal (2012-2019), responsável pela valoração de mais de 1.800 apartamentos, e a construção de mais de 20 macromodelos na Região Metropolitana de São Paulo. Atualmente, é coordenador de projetos de PPP e concessões públicas, certificado CP3P-F (APMG).
Professor de pós-graduação em avaliação econômica de imóveis e análise de investimentos pelo INBEC, foi Assessor Técnico de Gabinete na Universidade de São Paulo, USP (2012), professor da KMCA Treinamento e Consultoria (2003 a 2005), coordenador de projetos de Arquiteto Paulo Bastos e Associados (2010 a 2012), encarregado de Diretrizes Urbanísticas na Prefeitura Municipal de Santo André.
Atua como arquiteto e urbanista desde 2001, em construtoras, escritórios de engenharia e arquitetura, poder público municipal, escritório próprio, gerenciadora. É autor de nove livros técnicos, mais de 350 projetos de arquitetura residenciais, corporativos e de agências bancárias.